"COVILHÃ, CIDADE FÁBRICA, CIDADE GRANJA"

Maio 05 2010

EDIFICAÇÃO DO “MONUMENTO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO”

 

Com assento privilegiado na vertente sul do velho burgo covilhanense, situado na encosta da Serra da Estrela, num local onde existia um pequeno cabeço, cercado por um pinhal, terras de semeadura, um souto e um caminho sinuoso, estreito em terra e pedras, foi edificado o monumento em honra de Nossa Senhora da Conceição, “Nossa Senhora de Lourdes” nos finais da década de 90 do século XIX, cuja pilastra, com a imagem da Imaculada, foi assente num amontoado de pedras, com vista para a Covilhã.

Este monumento foi mandado construir por uma comissão, presidida pelo Padre João Rodrigues Moita, da qual faziam parte: o Padre Gregório Arroz; o Padre José Costa Tavares; o Padre Oliveira Pinto; a Câmara Municipal da Covilhã; o Sr. Cândido Augusto D’Albuquerque Calheiros, 1º Conde da Covilhã; o Dr. João Ferraz de Carvalho Megre; o Sr. Gregório Baltazar, entre outros.

Os principais beneméritos foram o Sr. Cândido Augusto D’Albuquerque Calheiros, Conde da Covilhã, que suportou a maioria das despesas e o Sr. Dr. João Ferraz Carvalho Megre que doou o terreno.

Este monumento que, faz parte da Paróquia de São Martinho da Covilhã, foi inaugurado a 10 de Outubro de 1904.

No lado norte do monumento estavam três lápides com estas inscrições “Sua Exª Rev. Ma o Sr. Núncio de Sua Santidade Monsenhor Júlio Tonti, concedeu uma vez por dia um ano de indulgências a todos os fiéis que devotamente recitarem uma Salve Rainha diante desta imagem da Virgem Imaculada”.

“Sua Eminência o Sr. Cardeal D. José III concedeu, 300 dias de indulgência aos fiéis que recitassem 3 Ave-maria perante esta imagem da Imaculada Conceição em honra de Maria Santíssima, Mãe de Deus e dos homens, de qualquer lugar que a vissem, devendo aplicar, pela conversão de algum pecador, aquelas ou outras preces que lhe sejam dirigidas”.

“Sua Exª Rev. Ma o Sr. D. Manuel Vieira de Matos, Arcebispo – Bispo da Guarda, concedeu 50 dias de indulgência a todos os fiéis que rezassem uma Avé-Maria quando avistem de qualquer parte, esta imagem de Nossa Senhora.

 

In “BAIRROS DA COVILHÔ de António Garcia Borges

 

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publicado por Paulo Jesus às 23:37

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