A Igreja da Misericórdia
É um dos maiores templos da Covilhã, cuja fachada é do séc. XVII. Tem três altares: o principal é o de nossa Senhora da Misericórdia e oratório do Senhor dos Passos; esquerdo o do Santíssimo e direito o do Espírito Santo
Capela Românica de São Martinho
A igreja mais antiga que actualmente existe na Covilhã, é a de S. Martinho, é da primeira fundação da vila. Nos tempos antigos, em frente e para o lado esquerdo desta capela, fazia-se aqui a praça pública, chamada a Praça de S. Martinho.
Tem três altares e é muito pequena, fazendo-se os actos religiosos desta freguesia na Igreja de São João de Longe.
Está junto da Universidade da Beira Interior e é um templo de estrutura simples, com o portal em arco, sustentado por duas colunas de capitéis decorados, com uma fresta na frontaria metida num nicho aberto na pedra.
(capela de São Martinho)
Nossa Senhora da Conceição
Esta igreja pertencia ao Convento de São Francisco, tendo sido fundado em 1235 e transferido no fim do séc. XIV para o local onde hoje se encontra a Igreja de São Francisco. Quando estes estabelecimentos passaram para bens nacionais (1834) o Comendador José Mendes Veiga, comprou-a, oferecendo-a depois à freguesia. Comprou também o respectivo Convento e cerca.
Igreja de Santa Maria
Santa Maria ou Santa Maria Maior é hoje o templo mais vasto e majestoso que existe nesta cidade. Tem 11 altares. É a igreja matriz e fica situada num ponto de confluência das principais ruas da vila medieval. A actual igreja corresponde à reedificação no séc. XVI, da mais antiga Igreja de Nª. Sª. do Castelo. Ao longo dos tempos, esta igreja sofreu várias reconstruções que a foram descaracterizando da sua traça original. Tem a fachada revestida com painéis de azulejo, reproduzindo Virgens de Murillo. É uma igreja de três naves, dois coros e os seus sete altares são de talha dourada. O altar-mor destaca-se pela profundidade, com uma imagem de Nª Senhora (Assunção) e riqueza de talha. No que respeita à estatuária existem várias imagens da Virgem sob diversas invocações, sendo de salientar a da Srª das Dores, escultura em madeira do séc. XVII.
Capela de Santa Cruz
Capela quinhentista, vulgarmente conhecida por Capela do Calvário, situada já fora das muralhas, na parte mais alta da cidade. Desconhece-se ao certo o ano em que foi erguida, no entanto, a primeira referência conhecida remonta à Idade Média, constando no Livro Negro da Sé de Coimbra e serviu de penetração da Igreja de Coimbra nesta parte da serra. Alguns autores apontam para uma construção primitiva pelo Infante D. Henrique e mais tarde, nos finais do séc. XVI, restaurada pelo Infante D. Luis, filho de D. Manuel e pai de D. António, Prior do Crato.
A capela é de construção simples, granítica, estilo renascentista, composta de um corpo e capela-mor. O tecto é revestido por painéis de pinturas emolduradas por talha dourada, contendo cenas da vida de Jesus Cristo. Infelizmente devido aos furores do tempo e à inépcia humana, das 30 telas que preenchem o tecto, só sete delas guardam a sua pureza primitiva. No exterior, podem ainda observar-se dois alpendres, com colunas toscanas e um púlpito. Em frente à capela estão os muros envolventes da antiga Cidadela.
Capela de São Silvestre
S. João de Malta
Esta igreja está situado para o lado norte da cidade e pertence à freguesia de S. Pedro.
Tinha só um altar que foi reformado nos fins do século XVI. Hoje para além do altar-mor tem mais dois.
S. Pedro
É uma igreja muito irregular e bastante pequena para a freguesia. Antigamente tinha só três altares: o altar-mor, Sacramento e Almas.
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Cemitério da Covilhã
O Cemitério da Covilhã era um dos melhores da província e uma das melhores obras da Covilhã.
Está situado ao alto da cidade, lado norte, numa altitude de 750 metros.
É moderno pois o primeiro enterramento foi feito em 4 de Julho de 1874, andando ainda em obras que terminaram em 1882.
Desde aquela data (4 de Julho de 1874) até 31 de Dezembro de 1899 foram sepultadas ali 10.679 pessoas.
Tinha uma superfície de 15.200 metros quadrados, encontrando-se distribuída em cinco quarteirões.